2º Cinenova: Arranca hoje mais uma edição do Festival de Cinema Interuniversitário

Festival de cinema universitario Cinenova 2020

Arranca esta quinta-feira, 5 de março, a 2ª edição do Cinenova – Festival de Cinema Interuniversitário, o único do género em Portugal, uma iniciativa da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa (NOVA FCSH) que decorre até ao dia 7 de março, sempre no Auditório 1, com entrada livre.

A competir para os prémios de Melhor Filme (2.000€) e Melhor Filme Português (1.000€), estarão 38 curtas-metragens de 19 nacionalidades diferentes, 13 de produção nacional e 25 internacionais, alguns em estreia mundial, que têm em comum o facto de terem sido realizados por estudantes universitários e de se debruçarem sobre a relação entre o Cinema e o Conhecimento, abordando temas como alienação do trabalho, a crise dos refugiados e a equidade de género.

A cerimónia de abertura do festival decorreu ontem (4) na Cinemateca Portuguesa, com a exibição de “Fordlândia Malaise”, de Susana de Sousa Dias, e de “Um Ramadão em Lisboa”, de Catarina Alves Costa e alunos. O programa também inclui dois debates e uma masterclass.

Anastasia Lubknikova, Catarina Mourão e Luis Deltell Escolar formam o júri do prémio para Melhor Filme e o júri que decidirá qual o melhor Filme Nacional é constituído por Joana Gusmão, Luís Mendonça e Teresa Castro. Os vencedores serão conhecidos no próximo sábado, último dia do festival, às 22:30h, no Auditório 1, Torre B, da NOVA FCSH.

Conheça os títulos dos filmes portugueses em competição:

– “Em Caso de Fogo” (23’), de Tomás Paula Marques
– “Ensaio” (14’), de Mariana Santana
– “Notas Soltas de uma Fotógrafa de Cena” (6’), de Patrícia Andrade
– “Aguarda-nos um Bom Dia”(21’), de Inês Almodovar
– “Os Monstros Só Saem à Noite” (14’), de João Pedro Ferreira
– “Três Perdidos Fazem Um Encontrado” (26’), de Atsushi Kuwayama
– “Men Who Invent Women” (10’), de Pedro Gama
– “Há Alguém na Terra” (17’), de Francisca Magalhães, Joana Tato Borges, Maria Canela
– “Corpo” (12’), de Catarina Mendes
– “Quando For Tarde” (12’), de Matilde Calado
– “Centered Mutation” (11’), de Margarida Ribeiro
– “Being Uncanny” (7’), de Filipa Monteiro Alves, Maria Mota Barbosa
– “Em Junho” (16’), de Henrique Brazão

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