Alentejo. Portugal, 1950. Nos campos desertos do Sul, marcados pelo vento, pelo silêncio e pela falta de trabalho, pobres e ricos vivem em universos estanques.
As famílias ricas controlam a propriedade da terra e exercem a ordem com o apoio da guarda e da igreja. As famílias pobres vivem atormentadas pela fome ou pelo peso das dívidas.
Não podem mudar de condição. Como alternativa, resta-lhes apenas o contrabando, a organização clandestina e a raiva.
Um conto sobre o abuso e a revolta, adaptado de “Seara de Vento”, de Manuel da Fonseca, um clássico da literatura portuguesa do século XX.










