Anunciada a programação da Competição Internacional e Silvestre do IndieLisboa’22

A pouco menos de um mês para o arranque da 19ª edição, a organização do IndieLisboa anunciou a programação de duas das secções mais aguardadas do festival – a Competição Internacional e Silvestre, onde serão apresentado filmes de “geografias e contextos diferentes, com temas e abordagens estéticas distintas, mas universais na forma como usam o cinema enquanto ferramenta eminentemente política, de confronto e inquietação.”

Na Competição Internacional de Longas-metragens vão marcar presença filmes como “Pedro”, a primeira obra de Natesh Hedge, “Freda”, filme de estreia da realizadora haitiana Gessica Généus, “El Gran Movimiento”, de Kiro Russo, vencedor do Grande Prémio de Longa-Metragem do IndieLisboa 2017, “How to Save a Dead Friend”, da cineasta russa Marusya Syroechkovskaya” ou “Ghost Song”, documentário do cineasta francês Nicolas Peduzzi.

Filme “El Gran Movimiento”

Dos trinta títulos anunciados para a competição de Curtas-Metragens, fazem parte, entre outras, “Escasso”, das brasileiras Clara Anastácia e Gabriela Gaia Meirelles, “Handbook”, de Pavel Mozhar., “Mistida”, do luso-guineense Falcão Nhaga, e “Urban Solutions”, realizada por Arne Hector, Luciana Mazeto, Vinícius Lopes e Minze Tummescheit.

Na secção competitiva Silvestre, dedicada a autores consagrados e talentos emergentes, que arrisquem novas linguagens cinematográficas, o IndieLisboa destaca três filmes: a produção vietnamita “The Girl from Dak Lak”, de Pedro Román e Mai Huyền Chi, “Convenience Store”, filme de estreia de Michael Borodin sobre a escravatrura moderna, e “Nous, Étudiants!”, um documentário de Rafiki Fariala.

Filme “The Girl from Dak Lak”

Na competição de curtas, a programação inclui filmes que vão desde a ficção ao documentário, da animação ao cinema experimental, entre as quais “By Flávio”, uma comédia de Pedro Cabeleira, “At Least I’ve Been Outside”, de Jan Soldat, “El Sembrador de Estrellas”, de Lois Patiño, “How Do You Measure A Year?”, de Jay Rosenblatt e “Bird in the Peninsula”, de Atsushi Wada.

Na mesma secção, mas fora de competição, serão exibidos os filmes “Coma”, híbrido live-action e animação de Bertrand Bonello, “Incroyable Mais Vrai”, comédia de Quentin Dupieux, e “Retour à Reims (Fragments)”, documentário de Jean-Gabriel Périot.

A 19ª edição do IndieLisboa terá lugar entre 28 de abril e 8 de maio, com a programação dividida por espaços como Cinema São Jorge, Culturgest, Cinemateca, Cinema Ideal e a Biblioteca Palácio Galveias.

A programação completa estará disponível a partir do início de abril no site oficial do IndieLisboa.

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL LONGAS-METRAGENS
– “Freda”, de Gessica Généus
– “Ghost Song”, de Nicolas Peduzzi
– “El Gran Movimiento”, de Kiro Russo
– “How to Save a Dead Friend”, de Marusya Syroechkovskaya
– “Kim Min-Young of the Report Card”, de Lee Jae-eun e Lim Jisun
– “Mato Seco em Chamas”, de Adirley Queirós e Joana Pimenta
– “Medusa”, de Anita Rocha da Silveira
– “Pedro”, de Natesh Hegde
– “Proyecto Fantasma”, de Roberto Doveris
– “Soy Libre”, de Laure Portier
– “Unrueh”, de Cyril Schäublin

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL CURTAS-METRAGENS
– “Are We There Yet”, de Lazar Ivanov
– “Au revoir Jérôme!”, de Gabrielle Selnet, Adam Sillard e Chloé Farr
– “Le Boug Doug”, de Théo Jollet
– “Can Gardell”, de Florencia Aliberti e Silvia Subirós
– “El Dia Que Volaron la Montaña”, de Alba Bresolí
– “Displaced”, de Samir Karahoda
– “Dog’s Field”, de Michalina Musialik
– “Escasso”, de Clara Anastácia e Gabriela Gaia Meirelles
– “Fantasma Neon”, de Leonardo Martinelli
– “Five Minutes Older”, de Sara Szymanska
– “Handbook”, de Pavel Mozhar
– “Handstand”, de Ovsanna Shekoyan
– “Have a Nice Day Forever”, de Tatiana Delaunay
– “Hierophany”, de Maria Nitek
– “I’m Trying To Remember”, de Pegah Ahangarani
– “Intermezzo”, de Kim Lêa Sakkal
– “Jeudi, Vendredi, Samedi”, de Arthur Cahn
– “Lucienne Dans un Monde Sans Solitude”, de Geordy Couturiau
– “Mistida”, de Falcão Nhaga
– “North Pole”, de Marija Apcevska
– “The Parents’ Room, Diego Marcon
– “Precautionary Measure, Lizzy Deacon e Ika Schwander
– “Sierra”, de Sander Joon
– “Some Kind of Intimacy”, de Toby Bull
– “Starfuckers”, de Antonio Marziale
– “Steakhouse”, de Špela Čadež
– “Un Mois Après la Nuit”, de Héloïse Fressoz
– “Upwards Tide”, de Daniela Zahlner
– “Urban Solutions”, de Arne Hector, Minze Tummescheit, Luciana Mazeto e Vinícius Lopes
– “The Watchers”, de Sandro Souladze

COMPETIÇÃO SILVESTRE LONGAS-METRAGENS
– “1970”, de Tomasz Wolski
– “Camouflage”, de Jonathan Perel
– “Cette Maison”, de Miryam Charles
– “Convenience Store”, de Michael Borodin
– “Lxs Desobedientes”, de Nadir Medina
– “Detours”, de Ekaterina Selenkina
– “The Girl from Dak Lak”, de Pedro Román e Mai Huyền Chi
– “Nous, Étudiants!”, de Rafiki Fariala
– “Saving One Who Was Dead”, de Vaclav Kadrnka
– “Sonne”, de Kurdwin Ayub
– “Red Africa”, de Alexander Markov

COMPETIÇÃO SILVESTRE CURTAS-METRAGENS
– “At Least I’ve Been Outside”, de Jan Soldat
– “Bird in the Peninsula”, de Atsushi Wada
– “By Flavio”, de Pedro Cabeleira
– “Churchill, Polar Bear Town”, de Annabelle Amoros
– “Constant”, de Beny Wagner e Sasha Litvintseva
– “Cucumbers”, de Leonid Shmelkov
– “Glass Life”, de Sara Cwynar
– “How Do You Measure A Year?”, de Jay Rosenblatt
– “Lizuna Fair”, de Sumito Sakakibara
– “Masks”, de Olivier Smolders
– “Nosferasta: First Bite”, de Adam Khalil e Bayley Sweitzer
– “Penalty Shot”, de Rok Biček
– “Punctured Sky”, de Jon Rafman
– “Sekundenarbeiten”, de Christiana Perschon
– “El Sembrador de Estrellas”, de Lois Patiño
– “Sideral”, de Carlos Segundo
– “Triforium”, de Jayne Parker
– “Une Embuscade en Suspens”, de Simon Queheillard
– “Will My Parents Come to See Me”, de Mo Harawe

SILVESTRE – FORA DE COMPETIÇÃO
– “Coma”, de Bertrand Bonello
– “Incroyable Mais Vrai”, de Quentin Dupieux
– “Retour à Reims (Fragments)”, de Jean-Gabriel Périot

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