Anunciados os 12 documentário pré-selecionados para os Prémios Europeus de Cinema

Prémios Europeus de Cinema 2019

A Academia Europeia de Cinema revelou os títulos dos 12 documentário pré-selecionados para os Prémios Europeus de Cinema. Tal como nos 46 filmes de ficção divulgados anteriormente, a lista não contempla qualquer produção portuguesa.

Perante este cenário a representação nacional estará novamente e apenas a cargo de Gabriel Abrantes, que depois de ter sido nomeado na categoria de Melhor Comédia na edição do ano passado com “Diamantino”, volta a esta competição com a curta-metragem “Les Extraordinaires Mésaventures de la Jeune Fille de Pierre”, escolhida na 27ª edição do Curtas de Vila do Conde.

Os filmes pré-selecionados serão agora sujeitos a uma votação entre todos os membros da Academia Europeia para eleger os nomeados finais, que serão anunciados no dia 9 de novembro. Os Prémios do Cinema Europeu 2019 serão entregues numa cerimónia que irá decorrer a 7 de dezembro, em Berlim.

DOCUMENTÁRIOS PRÉ-SELECIONADOS

– “Advocate”, de Rachel Leah Jones e Philippe Bellaiche
– “Aquarela – Força da Natureza “, de Victor Kossakovsky
– “Delphine et Carole, Insoumuses”, de Callisto Mc Nulty
– “For Sama”, de Waad Al-kateab e Edward Watts
– “Heimat Is A Space In Time”, de Thomas Heise
– “Honeyland”, de Ljubomir Stefanov e Tamara Kotevska
– “M”, de Yolande Zauberman
– “Push”, de Fredrik Gertten
– “Putin’s Witnesses”, de Vitaly Mansky
– “Scheme Birds”, de Ellen Fiske e Ellinor Hallin
– “Selfie”, de Agostino Ferrente
– “The Disappearance Of My Moth”, de Beniamino Barrese

FICÇÕES PRÉ-SELECIONADAS

– “A Favorita“, de Yorgos Lanthimos
– “A Tale of Three Sisters”, de Emin Alper
– “A Verdade da Mentira“, de Agnieszka Holland
– “A White, White Day”, de Hlynur Pálmason
– “All Good”, de Eva Trobisch
– “And Then We Danced”, de Levan Akin
– “Bad Poems”, de Gábor Reisz
– “Beanpole”, de Kantemir Balagov
– “By The Grace Of God”, de François Ozon
– “Chained”, de Yaron Shani
– “Clergy”, de Wojciech Smarzowski
– “Dafne”, de Federico Bondi
– “Dirty God”, de Sacha Polak
– “Dor e Glória“, de Pedro Almodóvar
– “El Reino”, de Rodrigo Sorogoyen
– “Fire Will Come”, de Laxe Oliver
– “God Exists, Her Name Is Petrunja”, de Teona Stugar Mitevska
– “Gundermann”, de Andreas Dresen
– “High Life“, de Claire Denis
– “Homeward”, de Nariman Aliev
– “I Do Not Care If We Go Down in History as Barbarians”, de Radu Jude
– “I Was At Home, But”, de Angela Schanelec
– “Il Traditore”, de Marco Bellocchio
– “Joy”, de Sudabeh Morteza
– “Jumpman”, de Ivan I. Tverdovsky
– “La Gomera”, de Corneliu Porumboiu
– “La Noche de 12 Años”, de Alvaro Brechner
-“Le Jeune Ahmed“, de Jean-Pierre Dardenne e Luc Dardenne
– “Les Miserables”, de Ladj Ly
– “Little Joe”, de Jessica Hausner
– “Non Fiction”, de Olivier Assayas
– “Oleg”, de Juris Kursietis
– “Piranhas – Os Meninos da Camorra“, de Claudio Giovannes
– “Queen Of Hearts”, de May el-Touhky
– “Sibel”, de Çagla Zencirci e Guillaume Giovanetti
– “Sinónimos“, de Nadav Lapid
– “System Crasher”, de Nora Fingscheidt
– “Tel Aviv on Fire”, de Sameh Zoabi
– “Twin Flower”, de Laura Luchetti
– “Werewol”, de Adrian Panek
– “Yesterday“, de Danny Boyle

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