Crime + Investigation estreia este domingo a nova série “Criminologia Forense”

Crime Investigation estreia este domingo Criminologia Forense

Crime + Investigation, o primeiro canal de TV em Portugal dedicado à investigação de crimes reais, estreia este domingo, 28 de junho, às 22:30h, “Criminologia Forense“, uma minissérie de três episódios produzida pela BBC, que nos leva numa viagem de 200 anos para compreender a história da ciência forense, assim como a forma como os estudos antigos influenciam a investigação criminal dos dias que correm.

Com um discurso simples, mas misterioso, esta abordagem meticulosa leva-nos numa viagem pela história da investigação e ciência forense desde o século XIV até aos dias de hoje. Com uma narrativa clássica e enigmática, uma abordagem meticulosa à ciência e à história da investigação forense, esta série cativante traça 200 anos de um processo de inovação inacreditável.

Através da recuperação de casos de crimes antigos, vamos perceber de que forma o trabalho de ADN recria a cara de um assassino, ou como a análise ao cabelo pode revelar onde moramos. Veremos as mais incríveis técnicas atuais e como se examinam alguns dos casos mais estranhos existentes nos arquivos da investigação forense, que podem ser aplicados em casos reais.

Cada caso é enquadrado no seu contexto histórico, revelando uma visão mais ampla da ciência, tecnologia e cultura, que resultou em descobertas-chave. Quer seja através da análise a impressões digitais ou a fibras, ou do escrutínio a pistolas e venenos, esta série relata o tema apaixonante que é a ciência forense.

Confira a programação e um resumos dos três episódios, que serão emitidos sempre aos domingos, às 22:30h:

28 de junho: “Uma Questão de Identidade”

Onde há um homicídio, há um corpo e é frequentemente a peça mais significativa das provas, preservando pistas importantes. Este episódio apresenta a primeira investigação na qual impressões digitais de ADN foram usadas para condenar um assassino em série. Desenterra um caso histórico que envolve um contínuo de uma escola que se torna detetive e explica como é que se faz para atribuir um nome a um corpo quando foi dissolvido por ácido.

5 de julho: “Vestígios de Culpa”

Sangue, cabelo, fibra, estes sinais reveladores são frequentemente a chave para apanhar o mais cuidadoso dos assassinos. Este episódio mostra-nos como análises a salpicos de sangue podem fazer revelações sobre o assassino, como terra nos sapatos de um suspeito pode resolver um dos mais hediondos crimes da história e como a condenação de um assassino pode ser baseada apenas num pequeno pedaço de corda e num únicocabelo.

12 de julho; “Instrumentos de Homicídio”

A maioria dos assassinos usa uma arma. Uma das primeiras prioridades para os detetives é encontrá-la. Essa arma pode levar ao assassino, mas pode também revelar muito mais. Recorrendo a técnicas de investigação forense de ponta, a arma do crime pode dar-nos uma imagem da mente do assassino. Este episódio examina uma arma de um crime que até há 150 anos não tinha deixado rasto, explora como é que a modelagem em três dimensões da cena do crime está a revolucionar as investigações de crimes com armas e porque é que, até recentemente, muito do que sabíamos sobre análises a incêndios e a fogos postos estava errado.

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