FESTin está de volta de 9 a 30 de dezembro para a 11ª edição

Programa do festival de cinema Festin 2020

Inicialmente previsto para se realizar em abril, entretanto adiado devido à pandemia, a 11ª edição do FESTin – Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa vai finalmente acontecer de 9 a 30 de dezembro, e pela primeira vez em formato presencial e online.

O Cinema São Jorge, em Lisboa, em parceria com a Mostra de Cinema da América Latina, acolhe nos dias 9, 14 e 15 de dezembro, parte da exibições. De 15 a 30 de dezembro, na nova plataforma de streaming FESTin ON, será apresentada uma programação exclusiva do festival para visionamento online. http://festin-festival.com/festin-on/

A edição 2020 conta com 21 longas e 31 curtas-metragens, distribuídas pelas secções competitivas de ficção, documentário e curtas, a Mostra Cinema Brasileiro e a Mostra FESTinha, com produções oriundas de países de língua portuguesa, nomeadamente Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e Portugal, que abordam temas como direitos humanos, inclusão social, política e artes visuais, bem como música,com filmes que abordam o fado de Alfama e os blocos de carnaval do Rio de Janeiro.

Para os mais novos, a Mostra FESTinha decorre totalmente online, com curtas-metragens de animação e ficção que poderão ser vistos gratuitamente na plataforma FESTin ON, onde também será possível participar nos painéis e mesas do Conexões FESTin, o segmento de negócios e debates do Festival.

O Conexões FESTin conta com três paineis: “Lançamento do Fórum dos Festivais e Mostras de Cinema Brasileiro no Exterior”,no dia 16, segue-se a 17 “A Cultura Brasileira na Diáspora Portuguesa” e no dia 18 de dezembro “José Aparecido de Oliveira, o Maior Mineiro do Mundo”.

Confira a programação das competições do FESTin’20. Mais informações no site oficial do festival:

COMPETIÇÃO DE FICÇÃO

– “Lamento”, Diego Lopes e Claudio Bitencourt (Brasil)
– “Pacarrete”, de Allan Deberton (Brasil)
– “Raia 4”, de Emiliano Cunha (Brasil)
– “Rapaz Só”, de António Borges Correia (Portugal)
– “Volume Morto”, de Kauê Telloli (Brasil)

COMPETIÇÃO DE DOCUMENTÁRIOS

-“A Jangada de Welles”,de Petrus Cariry e Firmino Holanda (Brasil)
– “Babenco – Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou”,de Barbara Paz (Brasil)
– “Flores do Cárcere”, de Paulo Caldas e Barbara Cunha (Brasil)
– “No Ângulo das Ruas”, de Inês Alves (Portugal/Moçambique)
– “Os Últimos Dias”, de Cristina Ferreira Gomes (Portugal)
– “Pretu Funguli”, de Costa Valente e Monica Musoni (Portugal/Guiné-Bissau/Bélgica)
– “Quero Botar meu Bloco na Rua”, de Adriana L. Dutra (Brasil)
– “Silêncio – Vozes de Lisboa”, de Judit Kalmár e Céline Coste Carlisle (Portugal/Hungria)

COMPETIÇÃO DE CURTAS-METRAGENS

– “A Cobra Tá a Fumar”, de Nuno Barreto (Angola)
– “A Gravidez é Nossa”, de David Aguacheiro e Tina Krüger (Moçambique)
– “A Margem”, de Rodrigo Tavares (Portugal/Brasil)
– “A Menina do Vestido Azul”, de Ivanildo da Luz (Cabo Verde)
– “A Pedra”, de Iuli Gerbase (Brasil)
– “Aqui e Agora”, de Diogo Soares Martins (Brasil)
– “Brasil X Holanda”, de Caroline Biagi (Brasil)
– “Califórnia”, de Nuno Baltazar (Portugal)
– “Carnaval Sujo”, de José Miguel Moreira (Portugal)
– “Cultural”, de Armando Lima (Brasil)
– “Fotografias”, de Marcelo Giannini (Brasil)
– “Lágrimas nas Ondas di Mar”, de Julio Silva (Cabo Verde)
– “Mood”, de Raquel Freire (Brasil)
– “O Pião”, de Karina Mello (Brasil)
– “Roupa de Sair”, de Amarildo Martins (Brasil)
– “Transfugo”, de Rodrigo Tavares (Portugal/Brasil)
– “Véu de Amani”, de Renata Diniz (Brasil)

Artigos relacionados