“O Mundo Segundo Trump”: Documentário em estreia inédita no Odisseia

Odisseia estreia O Mundo Segundo Trump

O Mundo Segundo Trump“, o mais actual documentário sobre a Presidência de Donald Trump, realizado pelo vencedor de um Emmy, William Karel, tem a estreia inédita em Portugal marcada para o próximo domingo, 1 de novembro, às 22:30h, em exclusivo no canal Odisseia.

O filme documental sobre a política de Trump nos EUA, que chega a poucos dias da eleição presidencial nos Estados Unidos que, no dia 3 de novembro, ditará o próximo líder no país, conta com declarações de antigos colaboradores, jornalistas, psicólogos e da co-fundadora de Black Lives Matter.

Utilizando a sua política em relação ao Covid-19 como fio condutor, o premiado William Karel, realizador de inúmeros documentários sobre a política americana, revê no seu mais recente trabalho os quatro anos de uma presidência sem precedentes que deixou o país profundamente dividido.

Ao longo de 52 minutos, os espectadores do Odisseia têm acesso a um retrato duro e tenaz do mais controverso presidente dos EUA, onde terão oportunidade de rever uma série de episódios significativos, como a caravana de emigrantes sul-americanos, a morte de George Floyd, a sua diplomacia em relação à Coreia do Norte e ao Médio Oriente, ou os seus ataques às minorias, a poucos dias das mais importantes eleições para o futuro do país.

Para contar a história de Trump no poder, o documentário conta com vários dos seus antigos colaboradores, entre os quais John Bolton, ex-assessor para a segurança nacional, e Anthony Scaramucci, ex-diretor de comunicações da Casa Branca, assim como diversos jornalistas que sofreram os ataques de Trump na sua cruzada contra os meios de comunicação, os psicólogos e os psiquiatras, a cofundadora de Black Lives Matter, Chivona Newsome, e um pastor evangélico que o apoia sem reservas.

O surpreendente vencedor em 2016, Donald Trump, acredita ter o seu segundo mandato garantido, mas a sua catastrófica gestão da crise do coronavírus deixa tudo em aberto. Na luta contra a epidemia, o presidente comportou-se do mesmo modo que se tem comportado desde que chegou à Casa Branca: com um estilo agressivo, tweets incendiários, declarações avassaladoras, travando uma guerra contra os meios de comunicação e os seus opositores, fazendo promessas ao eleitorado religioso e conservador, negando-se a ouvir os seus assessores e rejeitando o multilateralismo.

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