‘The Conjuring’: Terceiro filme da franquia já está em desenvolvimento

Os fãs de filmes de terror, mais concretamente os da franquia ‘The Conjuring’, têm motivos para estarem felizes. A New Line Cinema confirmou o que já se aguardava há algum tempo, o esperado desenvolvimento do terceiro filme que acompanha os investigadores de fenómenos paranormais Ed e Lorraine Warren.

David Leslie Johnson, argumentista responsável pelo argumento final de ‘The Conjuring 2 – A Evocação‘ foi contratado para escrever este novo projeto. O escritor está também envolvido na reinicialização do filme de 1984 e do remake de 2010, ‘Pesadelo em Elm Street’, que conta as aventuras do assassino de adolescentes Freddy Krueger.

Como será de esperar, The Conjuring 3 deverá novamente contar com James Wan, o criador, argumentista, realizador e produtor desta franquia de sucesso, através da Atomic Monster, a sua empresa de produção, que esteve envolvida spin-off da franquia ‘Annabelle’ e nos próximos derivados ”Annabelle 2: A Criação do Mal‘ e ‘The Nun’. No entanto, é improvável é que Wan venha a dirigir este terceiro filme.

Apesar das informações oficiais ainda não revelarem qualquer detalhe sobre os protagonistas, em princípio voltaremos a ter Patrick Wilson e Vera Farmiga, como o casal Warren e mais um dos casos de investigação.

Peter Sanfran, que regressará como produtor, afirmou recentemente que este terceiro filme será diferente dos anteriores. Numa entrevista concedida ao Cinema Blend declarou que: “Existem alguns casos que talvez não sejam tão conhecidos, mas que os Warrens passaram bastante tempo a investigar e fizeram parte deles. Claramente, não podemos fazer outro filme sobre uma casa assombrada, certo? Não podemos fazer outra história sobre possessões sobrenaturais numa casa, com uma família em perigo. Certo? Então, é necessário que se faça algo diferente disso”.

O primeiro filme, lançado em 2013, foi produzido com um orçamento estimado em 20 milhões de dólares e arrecadou em receitas de bilheteiras mundiais mais de US$ 318 milhões. A sequela, de 2016, teve o dobro do orçamento e alcançou receitas a rondar os US$ 320 milhões.

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