“Viúva Rica, Solteira Não Fica”: Comédia de época portuguesa para ver na RTP2

RTP2 estreia o filme Viúva Rica, Solteira Não Fica

Viúva Rica, Solteira Não Fica“, uma comédia de época portuguesa do falecido realizador José Fonseca e Costa, filme que estreou nos cinemas em novembro de 2006, vai ser recordada este sábado, 6 de março, às 23:55h, na RTP2.

Bianca Byington, Ricardo Pereira, Cucha Carvalheiro, José Raposo e Rogério Samora, são alguns dos nomes que fazem parte do elenco principal do filme, uma história sobre uma rica aristocrata, dividida entre o património e o verdadeiro amor, que casa e enviúva vezes sem conta.

A protagonista é Ana Catarina (Byington) que regressa do Brasil com o pai e a ama (Carvalheiro) para casar com um homem que não conhece e de quem não gosta. Uma terrível coincidência acontece quando, no mesmo dia, a jovem fica viúva e órfã, facto que a deixa herdeira de uma incalculável fortuna e cobiçada por todos os aristocratas da região.

Imagem do filme Viúva Rica, Solteira Não Fica

Apaixona-se por um formoso camponês, Adriano (Pereira), com quem é impedida de casar, por não ser da sua condição social, tanto pela ama como pelo seu tutor, o Padre (Raposo) e também padrinho do referido camponês. Disputada por todos os aristocratas da região, vai casando com alguns deles e de todos se vê livre fazendo-os ingerir, com impenetrável candura, vidro dos seus copos de cristal pacientemente esmagados num almofariz, mantendo assim viva a sua paixão por Adriano que aceita ser o seu amante secreto até ao dia em que toma conhecimento de que um novo casamento aristocrático está a ser negociado para Ana Catarina.

Adriano decide partir e deixa-a numa situação de grande prostração e desespero até que é impelida pela ama a aceitar o quarto casamento na certeza de que nunca mais verá o seu grande amor. Até ao dia em que o Padre lhe vem dizer, alguns anos depois, que Adriano está de volta, riquíssimo e feito barão por el-rei. Ana Catarina, que nunca esquecera a paixão por Adriano, lembra-se, então, que ainda há mais copos de cristal para partir…

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