Esta obra mergulha na memória coletiva e nos silêncios históricos em torno do papel de Portugal no tráfico transatlântico de pessoas escravizadas.
O ponto de partida do filme é a descoberta, em 2009, de um conjunto de 158 esqueletos de africanos escravizados – homens, mulheres e crianças – numa lixeira urbana do século XV em Lagos, Algarve, aquando a construção de um parque de estacionamento.
Construído através de imagens de arquivo, registos contemporâneos e paisagens sonoras envolventes, o filme convida o público a refletir sobre as violências do passado e o impacto das ausências na história oficial.










