Num lugar onde todos recomeçam sem passado, Simón assume a responsabilidade por David, uma criança que conhece na travessia até essa nova vida. Movido por uma convicção inexplicável, procura a mãe do rapaz e reconhece em Inés a mulher certa.
Ela aceita, e entre os três forma-se um núcleo afetivo invulgar, onde a ideia de família se reinventa a cada gesto.
Mas, enquanto a sociedade impõe regras e a diferença é vista como ameaça, David não se deixa moldar e afirma-se como o seu oposto: imaginação e liberdade, tornando a parentalidade uma travessia incerta, uma busca sem respostas, onde amar é também aceitar não compreender.










