Um olhar sensível e antropológico sobre o quotidiano de um grupo de mulheres numa zona periférica.
Cláudia Alves capta a força das redes de solidariedade feminina, as rotinas de trabalho e o papel central destas mulheres na manutenção da identidade cultural e social das suas comunidades, oferecendo um retrato íntimo de resistência e dignidade.










