“Baggio: O Divino Rabo de Cavalo”: Biopic sobre o ex-futebolista italiano.

Trailer do filme Baggio: O Divino Rabo de Cavalo

A 26 de maio chega ao catálogo da Netflix o filme biográfico “Baggio: O Divino Rabo de Cavalo“, uma produção que, para além da sua carreira nos relvados, também retrata a vida pessoal do ex-futebolista italiano Roberto Baggio, que os fãs italianos carinhosamente lhe chamavam “Il Divin Codino” (título original), como referência ao seu clássico penteado com um rabo de cavalo.

Baggio, que completou 54 anos no passado dia 28 de fevereiro, espalhou magia pelos estádios por onde passou, inspirando várias gerações a jogar futebol e capaz de fazer vibrar adeptos por todo o mundo. Segundo a Netflix, o filme faz “um relato dos seus 22 anos de carreira, incluindo a difícil estreia nos campos e os conflitos com alguns dos seus treinadores.”

O biopic também retrata a vida do ex-jogador desde a sua infância até chegar ao mais alto patamar do futebol mundial, e relembra um dos episódios mais marcantes da carreira de Baggio, ocorrido na final do Campeonato do Mundo de 1994, nos EUA, contra o Brasil. Na decisão por pontapés da marca de grande penalidade, Baggio falhou e a seleção canarinha conquistou título mundial.

No filme, realizado por Letizia Lamartire, o ex-craque italiano é interpretado pelo ator Andrea Arcangeli, enquanto a atriz Valentina Bellè dá vida à esposa de Baggio, Andreina Fabbri.

Roberto Baggio assinou o seu primeiro contrato profissional com o Vicenza em 1982. Seguiu-se a Fiorentina e logo depois a Juventus, tendo também passado pelos outros dois grandes de Itália, os rivais AC Milan e Inter. Mas foi na Vecchia Signora que conquistou a maior parte dos seus troféus. Em 1993, no ponto mais alto da sua carreira, na Juve, conquistou a Bola de Ouro do France Football, e foi eleito como o melhor futebolista do mundo pela FIFA.

Individualmente também foi considerado pela UEFA como o Melhor Jogador a atuar na Europa em 1990, 1991, 1993 e 1994. Na seleção italiana, Baggio também fez história, ao ser o único jogador do país a marcar golos nas três edições em que participou.

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