No auge da sua fama, Marcel Pagnol recebeu uma encomenda da editora-chefe de uma importante revista feminina para escrever um folhetim literário, no qual pudesse narrar a sua infância, a sua Provença, os seus primeiros amores…
Ao escrever as primeiras páginas, a criança que um dia fora, o pequeno Marcel, surgiu-lhe subitamente. Assim, as suas memórias ressurgiram a cada palavra: a chegada do cinema falado, o primeiro grande estúdio de cinema, a sua ligação aos atores, a experiência de escrever.
O maior contador de histórias de todos os tempos tornou-se, então, o herói da sua própria história.










