Esta quinta-feira, dia 5 de novembro, estreia nas salas de cinema portuguesas o filme “O Gato do Chapéu” (The Cat in the Hat), uma longa-metragem de animação com realização e argumento de Alessandro Carloni e Erica Rivinoja.
Nesta nova adaptação do clássico de Dr. Seuss, o ator Bill Hader, na versão original, empresta a sua voz ao felino mais irrequieto da literatura infantil. A versão portuguesa conta no elenco com as vozes de Miguel Raposo, Carolina Sales, Salvador Rio, Paulo Duarte Ribeiro e Ana Catarina Afonso.
Na história, o Instituto para a Instituição da Imaginação e Inspiração (I.I.I.I.), fartos da inigualável capacidade de transformar qualquer situação num acontecimento imprevisível, encarrega o desastrado Gato do Chapéu, que lã trabalha à vários anos, para uma missão.

Como última oportunidade para provar o seu valor e evitar ser destituído das suas funções, terá de ajudar Gabby e Sebastian, dois irmãos com dificuldades em adaptar-se à vida numa nova cidade.
Mas, perante duas crianças que apenas pensam em regressar à antiga vida, o felino terá de encontrar uma forma de lhes mostrar os aspectos positivos da mudança, enquanto tenta controlar a sua própria tendência para espalhar o caos. O problema é que a sua maneira de resolver as situações raramente — ou melhor, nunca — segue o caminho mais simples. Se falhar, arrisca-se a perder o chapéu mágico.

“O Gato do Chapéu” é o primeiro filme a estrear sob a nova identidade da Warner Bros. Pictures Animation. O estúdio vê ainda neste filme o arranque de algo maior. Chama-se “Seussiverse” e prevê um spin-off sobre as Coisas, “Thing One and Thing Two”, e uma adaptação de “Oh, the Places You’ll Go!”, marcada para março de 2028.
Esta é a segunda adaptação em longa-metragem do livro, depois da versão com atores reais de 2003, protagonizada por Mike Myers, que foi mal recebida pela crítica.









